“A HISTÓRIA QUE OUVIU ERA VENENO”
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.14675410Palabras clave:
Currículo, Relações étnico-raciais, BranquitudeResumen
Dialogar acerca da minha trajetória enquanto corpo-pronúncia em espaços educacionais/sociais que ainda veem o conhecimento produzido pelas populações negras como folclóricos e/ou inferiores em relação ao cânon brancocêntrico e eurocêntrico validado como conhecimento verdadeiro, é, por isso, uma experiência de dor e utopia. Diante disso, tenho o objetivo de compreender qual o lugar dos corpos e saberes negros/as no currículo do Mestrado Acadêmico Intercampi em Educação e Ensino (MAIE-UECE). Sendo essa uma pesquisa de natureza qualitativa, que busca trabalhar com subjetividades dos/as sujeitos/as sociais, utilizo a escrevivência (EVARISTO, 2023) como operador teórico para demarcar minha trajetória, ademais, utilizo dos tipos de pesquisa: a bibliográfica e a documental, sendo a primeira um diálogo com os conhecimentos de autoras negras, tais como Bento (2022), Souza (2021), Nascimento (2022), Gomes (2022) e hooks (2021); e, em relação à segunda, coloco-me a analisar as ementas das seis disciplinas cursadas por mim no MAIE para compreender qual o lugar das relações raciais no currículo. Dentre os achados dessa pesquisa, explícita-se a ausência de referências negras no currículo, bem como a urgência de um currículo diverso que reflita outras identidades além daquela imposta pela branquitude como natural, em vistas à construção de uma educação radicalmente antirracista.
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